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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Efeito Dominó


Hoje vim falar de um tema que perdeu o foco nas mídias nesses últimos dias, mas que nunca perdeu a importância. Vim hoje, discutir sobre o meio ambiente.


No final de Maio e início de Junho, o tema mais comentado em todos os meios de comunicação era sobre a famosa Rio+20, suas ideias, propostas e sobre todos os preparativos do grande evento. Eram citados nomes de presidentes, primeiros ministros, geógrafos, ecologistas, entre outros. O que mais ouvíamos falar, primeiramente, era sobre as medidas indispensáveis adotadas pelo Rio de Janeiro para receber tal Conferência. O objetivo parecia ser o de informar a população de que o Brasil estaria realizando uma reunião importantíssima com porte internacional. Só. É claro que muitas pessoas correram atrás para descobrir do que se tratava a reunião, e quais aspectos seriam discutidos esse ano. Porém, somente mais adiante que jornais, revistas e canais de televisão passaram a divulgar as ideias e os acordos que estavam acontecendo.
Engraçado que a mídia aproveita de eventos como esse, para fazer propagandas. Enquanto o encontro acontecia, todos os anúncios publicitários estavam relacionados com a Rio+20. Desde propagandas de carros, bancos, fábricas até produtos de beleza. Seria esse um modo de difundir a ideia de sustentabilidade ou seria esse apenas mais um meio para as empresas venderem seus produtos?
A cara do Brasil mudou durante essa organização. Se tudo era somente fachada ou se o país realmente mudou, é o que temos que analisar. Uma das novas leis aplicadas consiste na substituição de sacolinhas plásticas por sacolas retornáveis. A lei que proibia a distribuição de sacolinhas nos supermercados foi implantada no dia 25 de janeiro de 2012 em São Paulo, durando apenas oito dias. Por causa dos protestos, a Associação Paulista de Supermercados (Apas), o Ministério Público Estadual e o Procon-SP decidiram fornecer mais 60 dias, tempo estabelecido para a adaptação dos consumidores. A lei entrou novamente em vigor, no dia quatro de abril e a população passou a usar caixas de papelão, carrinhos de lona, ecobags, entre outros. Os consumidores se conformaram e se acostumaram com a ideia após certo período de recusa. Carregar as ecobags no porta-malas já havia virado rotina.
Porém, foi apenas acabar a Rio+20 e toda a discussão sobre meio ambiente se dissipou. Após três meses, as sacolinhas plásticas voltaram a circular. No dia 28 de junho os supermercados de São Paulo voltaram a fornecer sacolas aos consumidores, de maneira obrigatória. Por acaso essa medida só pretendia uma visão positiva, por parte dos ecologistas estrangeiros durante a Conferência? É o que parece.
Mas afinal, o que é a Rio+20? A Rio+20 foi uma reunião sobre o meio ambiente que aconteceu aqui no Brasil, no Rio de Janeiro. Reunindo 50 000 visitantes, delegações de 190 países, ONGS de todos os tipos e indígenas do Brasil e de fora, a Rio+20 contrapõe os países ricos com os países pobres e emergentes no que diz respeito às visões de crescimento sustentável. Entre elas, encontram-se questões como adaptar o crescimento da economia com a sustentabilidade e também, para quem sobrará a conta por essa mudança, a qual não sairá barata. Um dos maiores problemas encontra-se no fato de que alguns países que antes eram ricos estão agora em crise, e consequentemente ficaram menos ricos, diminuindo o potencial para investimentos.
A chamada ‘economia verde’ tem como objetivo considerar além da saúde financeira, seu impacto social e ambiental, ou seja, melhorar o bem-estar social sem a necessidade de para isso, aumentar os riscos ao meio ambiente. Algumas ideias são a criação das Metas do Desenvolvimento Sustentável (estabelecimento de prazos, metas e objetivos), criação de um novo conceito de PIB, o qual medirá o investimento em educação, bem-estar e sustentabilidade de produção, e a criação de um órgão regulador mais forte e desvinculado da ONU. Encontramos nessas propostas, certa oposição entre os países, uma vez que cada nação possui características e necessidades distintas. Um país emergente como o Brasil, por exemplo, apoiará ajuda financeira de ricos para os países em desenvolvimento, mas tal proposta não é aceita pelos países do Oriente como Japão e Coreia do Sul.
Outro fator muito importante está relacionado à demografia. O aumento da população causa um desenvolvimento econômico, porém também gera degradação ambiental. Atualmente, o Brasil encontra-se em um período de bônus demográfico, ou seja, a quantidade de população ativa é superior ao número de crianças e idosos em todo país. Isso pode ser bom para o crescimento econômico e social, mas pode também necessitar de medidas inteligentes por parte dos governantes, uma vez que há a demanda de investimentos em educação e em aproveitar a fase benéfica sem degradar o meio ambiente.
Há muitos elementos que devem ser explorados, julgados e que ao serem discutidos, devem levar em consideração, não apenas o fator em si, mas todo o meio que este engloba. Ao pensar na economia, fatores como população, meio ambiente e qualidade de vida não podem ser deixados de lado, uma vez que todos estão relacionados entre si; um depende do outro de forma que se um cair, todos caem.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Welcome June

E Junho chegou! Finalmente nós estudantes estamos a apenas um mês das férias! É aquele mês em que fazemos contagem regressiva para poder aproveitar o máximo de folga possível.
O problema é que esse mês traz ainda, muitas provas! =(
Mas vamos olhar pelo lado positivo: temos feriado chegando e Festa Junina também!
Decidi fazer um especial de Junho com alguns dias desse mês.São várias datas, umas que eu não fazia ideia que existia! Coloquei, porém, só as que gosto mais.(:

FESTA JUNINA



5 - DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE



9 - DIA DO TENISTA



12- DIA DOS NAMORADOS


18 - DIA DO QUÍMICO



19 - DIA NACIONAL DO CINEMA


21 - DIA DA MÚSICA




fonte das imagens: http://weheartit.com/  (: